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Solidariedade

UMM PROMOVE AÇÃO DE SOLIDARIEDADE NAS PERIFERIAS DE SÃO PAULO

Para doar, entre na vaquinha online da União dos Movimentos de Moradia – Acesse aqui: http://vaka.me/974021

A União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) deu início nesta semana à ação social de distribuição de cestas básicas em regiões em que atua, com enfoque nas ocupações urbanas (de prédio e terra) favelas e mutirões autogestionários. Com uma atuação de mais de 30 anos nas periferias da cidade, a UMM buscou nos últimos dias identificar as regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem em quem mais precisa. Nossas lideranças, que atuam em todas as regiões de São Paulo, estão em um intenso trabalho de levantamento de informações sobre as necessidades da população mais vulnerável, e a partir disso realiza esta ação de distribuição que visa minorar os efeitos econômico-sociais da propagação do COVID-19, e com isso dar suporte para que o isolamento físico de fato aconteça. Ressaltamos que somente com garantia de condições de vida as pessoas de fato podem permanecer em suas casas, de modo que esta ação faz parte da política de isolamento preconizada pelos sanitaristas.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações dos movimentos populares urbanos para enfrentar os efeitos do COVID-19. Para além da solidariedade, precisamos seguir em luta para que o Estado cumpra seu papel, com a efetivação de políticas públicas que diminuam o impacto econômico-social no cotidiano das famílias, e uma completa mudança da política macroeconômica federal, que passe a ser orientada pelas necessidades das classes populares, e não pelos interesses do mercado financeiro. Para garantir saúde para toda a população, é fundamental, por exemplo, que todas as famílias tenham moradia digna e acesso a um sistema público de saúde universal e gratuito, de modo que junto a medidas como a “renda básica emergencial”, é preciso retomar políticas como o Minha Casa Minha Vida Entidades e derrubar a Emenda Constitucional 95, que transfere recursos da saúde pública para o mercado financeiro. Também é preciso reforçar a luta pela função social da propriedade para que terrenos e prédios vazios possam abrigar quem não tem moradia.

Nosso trabalho de arrecadação e distribuição irá continuar nas próximas semanas e envolve a capital, a região metropolitana de São Paulo, o litoral e o Interior, pelas macrorregionais: Baixada Santista, ABC, Campinas, Americana, Sudoeste, Sertãozinho e Ribeirão Preto. Solicitamos que o apoio de toda sociedade fique ainda mais forte.

Confira aqui a lista de áreas atendidas pela UMM-SP por subprefeitura da cidade de São Paulo e em outras regiões do estado, com contatos das lideranças.

Quem tiver condições de fazer uma doação diretamente à UMM-SP, acesse a vaquinha online da União dos Movimentos de Moradia – Veja aqui: http://vaka.me/974021. Outra opção é transferência bancária. Os dados são: CNPJ 66.852.393/0001-70 | Banco Itaú. Ag. 0184 | CC 50710-1

Para obter mais informações, entre em contato com um dos coordenadores abaixo:

Coordenação Executiva

Evaniza: (11) 97358-1689

Cristiane: (11) 97221-9749

Graça Xavier: (11) 99157-0100

Donizete: (11) 97230-5894

Dito: (11) 97418-7161

Sidnei: (11) 96158-2604

André: (11) 96847-1173

A UMM-SP

A UMM foi fundada em 1987 com o objetivo de articular e mobilizar os movimentos de moradia, lutar pelo direito à moradia, por reforma urbana e autogestão e assim resgatar a esperança do povo rumo a uma sociedade sem exclusão social. É uma articulação de movimentos que atuam na área de favelas, cortiços, sem-teto, mutirões ocupações e loteamentos. Sua atuação iniciou-se pela capital e Região Metropolitana e hoje atinge a outras regiões do estado. Sempre defendendo a proposta autogestionária, o direito à moradia e à cidade e a participação popular nas políticas públicas, a UMM organiza-se em torno desses princípios comuns que se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo. Nesse sentido, tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ação propositiva, sem deixar de lado as ferramentas de luta e pressão do movimento popular. Desse trabalho, resulta a conquista de cerca de 30 mil moradias construídas em mutirão ao longo dessa caminhada, diversas favelas urbanizadas, prédios reformados para fins habitacionais, incidência na construção de programas e legislação habitacional, como o Minha Casa Minha Vida Entidades.

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