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Solidariedade

CMP realiza campanha de solidariedade em cinco estados da Região Amazônica e distribui milhares de cestas de alimentos e materiais de higiene

A Central de Movimentos Populares (CMP), diante do avanço da COVID-19 na região Amazônica, principalmente nas periferias das cidades e comunidades indígenas e quilombolas, lançou em 22 de maio de 2020 uma campanha de solidariedade de apoio às comunidades urbanas e rurais em cinco estados da região: Pará, Acre, Rondônia, Tocantins e Amazônia. Durante a campanha, a CMP e parceiros distribuíram milhares de cestas básicas de alimentos, máscaras de proteção e kits de higiene (confira os números abaixo). A campanha também organizou produção de máscaras de forma artesanal e voluntária e também a distribuição de frutas e verduras. Em alguns estados, a CMP construiu parceria com o Ministério Público, a Cruz Vermelha, prefeituras e governos estaduais.

A CMP, além de atuar nas cidades da região, tem relação e acompanha diversas comunidades de pequenos agricultores, quilombolas, ribeirinhas e indígenas. Para intensificar as ações de solidariedade, a CMP lançou a ação “Solidariedade na Amazônia” por meio do edital Matchfund Enfrente, iniciativa online destinada a arrecadar fundos para apoiar as ações da CMP nos cinco estados.

Os recursos arrecadados – R$ 30.100,00 – foram utilizados de diferentes formas, como na produção de máscara, gasto com combustível, articular e fortalecer iniciativas de redes de solidariedade na região e na comunicação da campanha, com o objetivo de potencializar as doações de cestas e produtos de limpeza e higiene.

Segundo Paulo Cohen, da direção nacional da CMP e dirigente da CMP-PA, “as ações de solidariedade estão também ligadas ao fortalecimento da organização e luta por direitos, cobrando dos governos que assumam suas responsabilidades”. A ação solidária na região requer muita dedicação e organização, principalmente nas zonas rurais, onde as distâncias são os maiores obstáculos. Na região Amazônica o novo Coronavírus se espalha com rapidez, tendo em vista que a região é marcada pela pouca ou nenhuma infraestrutura de saneamento, sanitária, precárias condições de moradia, saúde e assistência social.

Esta ação de solidariedade da CMP na região Amazônica fez parte da Campanha Movimentos Contra a Covid-19, organizada pela CMP em 20 estados de federação.

“Além da solidariedade, estamos fortalecendo a organização popular e promovendo formação política para enfrentarmos a longa batalha de reconstrução do país no pós pandemia”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP.

Prestação de contas

Foram 30 dias de campanha de arrecadação, de 23 de Maio a 23 de Junho de 2020, nos quais foi ultrapassada a meta de R$ 20.000,00, sendo arrecadados R$ 30.100,00 já considerado o aporte do Matchfunding Enfrente.

As ações de solidariedade, que já vinham sendo realizadas, tiveram incremento significativo mesmo durante o período da campanha de captação online e seguiram sendo realizadas durante quatro meses após o fim da arrecadação, conforme previsto na proposta. Assim, em alguns lugares foram compradas mais cestas básicas e kits de higiene, em outros o recurso foi para o combustível dos carros que faziam a distribuição, além da utilização para compra de materiais para produção de máscaras por parceiros voluntários. Também foram comprados produtos de higiene para serem usados pelas pessoas que estavam fazendo o trabalho de distribuição nas comunidades.

A visibilidade proporcionada pela campanha chamou atenção de outros atores sociais que estavam na linha de frente do atendimento das populações mais vulneráveis durante a pandemia na região Amazônica, e, antes mesmo da finalização da captação, as parcerias e articulações tiveram início. Assim, a campanha também contribuiu com o fortalecimento das articulações da CMP na região, o que levou a um aumento significativo no número de ações e de doações. Destaca-se o apoio do Unicef, da Ação da Cidadania, da Cruz Vermelha e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Confira algumas imagens das ações.

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Solidariedade

Ações se multiplicam no Pará e solidariedade atende milhares de famílias

Durante os três meses de campanha, a CMP do estado do Pará realizou ações em 36 comunidades, com a doação de cerca de dez mil cestas básicas e 6 mil kits com materiais de higiene. São exemplos as doações no bairro Guamá, o mais populoso dos 48 bairros da capital paraense, com mais de 95 mil habitantes. A CMP, em parceria com a Unicef, entregou centenas de cestas básicas para as famílias dos jovens que participam do projeto Espaço Cultura Nossa Biblioteca, que tem o objetivo de democratizar o acesso ao livro para crianças e adolescentes do bairro e aumentar do número de leitores.

Outro momento de destaque foi a distribuição de cestas básicas para as profissionais do sexo de Belém (PA), cuja situação de vulnerabilidade foi acentuada durante a pandemia, devido ao fato de seus trabalhos terem sido praticamente interrompidos. Na ação, foram distribuídas cestas básicas e kits de higiene e limpeza, em parceria com o Grupo de Mulheres Prostitutas da Área Central (GEMPAC). A iniciativa contou com o apoio do Unicef, da Ação da Cidadania, da Cruz Vermelha e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

As ações no Pará também atenderam movimentos da Rede Transsexuais de Belém, em uma iniciativa em parceria com a Cruz Vermelha que levou cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza às pessoas em maior vulnerabilidade. Também houve distribuição de cestas básicas para refugiados (as) venezuelanos (as) na Ilha de Jutuba, em Belém, em ação em parceria com Cruz Vermelha e Ação da Cidadania.

No distrito de Icoaracy, a campanha de solidariedade foi promovida com o Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM). Foram distribuídas 200 cestas básicas e materiais de limpeza e higiene. Foram doadas ainda 2.200 cestas básicas de alimentos e kits de higiene e limpeza para as famílias que moram nas palafitas da Vila da Barca, em Belém; e outras 400 para as famílias ribeirinhas da Praia do Amor, comunidade do Bacuri, praia da Saudade e da Cooperativa dos Charreteiros, em uma ação articulada com UNICEF, Ação da cidadania, Marinha, Bombeiros, Cruz Vermelha, SEBRAE e a Associação dos Barqueiros da Ilha do Outeiro.

Esses são apenas alguns exemplos das dezenas de ações realizadas pela CMP Pará, ao longo de mais de três meses. O mutirão de solidariedade realizado no estado teve também espaço para palestras com orientações para prevenir a contaminação pelo COVID-19. Confira abaixo algumas fotos das atividades.

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Solidariedade aos mais vulneráveis no Tocantins

Em Palmas, Tocantins, a Central de Movimentos Populares (CMP) realizou um conjunto de atividades relacionadas à campanha de solidariedade na Região Amazônica contra os impactos da COVID-19. Além da distribuição de alimentos, como as mais de 100 cestas básicas na capital, houve doação de produtos de limpeza e de higiene pessoal, entre outras ações.

Em 5 de setembro, por exemplo, a Associação de Mulheres em Ação de Palmas (AMAP), filiada à CMP, entregou alimentos para mais de 70 famílias na capital do Tocantins, em parceria com o Mesa Brasil, uma rede de banco de alimentos que atua contra a fome e o desperdício. A presidenta a AMAP, Francisca Lima, afirma que a entidade vai seguir organizando ações de solidariedade e pede que as pessoas colaborem para que as atividades possam atingir um maior número de comunidades. “Pedimos adoções de alimento, roupas, calçados e acessórios e outros itens”, firma ela.

Para fazer doações, entre em contato pelo e-mail: amappalmas@hotmail.com

AMAP segue produzido centenas de máscaras de proteção, em sua oficina de costura, para doar às comunidades em situação de vulnerabilidade social e econômica. “Costureiras têm doado parte de seu tempo para confeccionar as máscaras em solidariedade às pessoas que, muitas vezes, não conseguem comprar esse equipamento tão importante para a proteção contra o Coronavírus”, afirma Francisca Lima, presidenta da AMAP.

A CMP do Tocantins também está ativa na denúncia das irresponsabilidades do governo Bolsonaro durante a pandemia, e questiona o aumento do preço dos alimentos e o retorno da fome no Brasil. A CMP no estado está também engajada na luta pela aprovação do plano de reprodução de alimentos e pela manutenção dos 600 reais de auxílio emergencial.

Confira fotos das doações.

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Solidariedade

CMP e Associação das Mulheres Ribeirinhas promovem ação no Baixo Madeira, em Rondônia

A campanha de solidariedade da CMP na Região Amazônica também esteve presente na capital de Rondônia, com a doação de cestas básicas, máscaras e álcool em gel. Na região como um todo, a CMP fez um levantamento das ações que estão sendo realizadas em cada comunidade de toda a região, e disponibilizou recursos para incrementá-las. Assim, em alguns lugares foram comprados mais cestas básicas e kits de higiene, em outros o recurso será para o combustível dos carros que fazem a distribuição, e em outros para compra de materiais para produção de máscaras por parceiros voluntários, além da compra de produtos de higiene para as pessoas que estão fazendo o trabalho de distribuição nas comunidades. Em paralelo, foi reforçada a comunicação e articulação entre as pessoas que lideram as ações já em curso, de forma que possam trocar ideias para lidar com seus desafios, identificar e mobilizar novos parceiros, além de construir propostas para sensibilizar a sociedade em geral e assim conseguir ampliar e qualificar o alcance da iniciativa.

No caso de Porto Velho, Rondônia, tais características estiveram igualmente presentes.  A CMP participou junto com a Associação das Mulheres Ribeirinhas de uma ação de solidariedade na comunidade ribeirinha do Baixo Madeira. Na ocasião, foram doadas oito cestas básicas e 50 kits de máscaras e álcool em gel. Em setembro, a ação de solidariedade foi realizada em parceria com o Centro Pastoral Sagrado Família em Porto Velho.

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Solidariedade

População das periferias e comunidades ribeirinhas atendidas no Amazonas

Como parte da campanha COVID-19 Rede Solidária na Amazônia, a Central de Movimentos Populares (CMP) do estado do Amazonas distribuiu cerca de 1600 máscaras nos bairros periféricos de Manaus e em alguns municípios do interior. São exemplos as cidades de Coari e Beruri, onde foram contempladas a população ribeirinha e urbana, além do município de Itacoatiara, terceira cidade mais populosa do estado.

As atividades tiveram início em julho, em Manaus, mas ao longo dos meses, a CMP ampliou sua campanha de doações de máscaras de proteção contra a Covid 19 para outros municípios do Amazonas. Em Coari, a 362,44 km em linha reta de Manaus, a população recebeu com alegria a doação de máscaras, uma vez que o município continua sendo infectado.

Estivemos por 5 dias também no município de Beruri, cidade com aproximadamente 20 mil habitantes. Nela, o foco das doações foram as populações ribeirinhas e urbanas, contempladas com doações de máscaras.

Na sequência, a campanha visitou o município de Itacoatiara, terceira cidade mais populosa do estado. Lá vivem Marcos Silva e Rosiete Pacheco, duas lideranças que já participaram da coordenação estadual da CMP Amazonas. Ao concluir doações em Itacoatiara, a CMP somou mais de 600 máscaras entregues nessa campanha de solidariedade, totalizando 1.600.

Confira fotos da ação.

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Solidariedade

Proteção aos mais vulneráveis em Rio Branco, no Acre

Para enfrentar a situação de extrema vulnerabilidade frente ao avanço da pandemia no país e a inação dos governos, a Central de Movimentos Populares promoveu no Acre a campanha Covid-19: Rede Solidária na Amazônia. As populações foco desta iniciativa estão nas periferias das capitais do Acre, Amazonas, Pará, Rondônia e Tocantins. Elas são as mais vulneráveis ao contágio da COVID-19, em sua maioria pessoas negras, trabalhadoras informais (1/2 a 1 1/2 SM) que vivem em moradias inadequadas, sem saneamento básico nem serviços de saúde e assistência social ou acesso a cultura. Outros são ribeirinhos, quilombolas e indígenas atingidos pelos megaprojetos de infraestrutura e exploração mineral na região.

A Campanha Solidariedade realizada pela CMP no Acre envolveu um conjunto de ações que engloba a distribuição de cestas básicas, marmitex e materiais de higiene e de limpeza nos bairros periféricos. O grupo de mulheres costureiras se reuniu em Rio Branco para produzir máscaras faciais, consideradas de fundamental importância para a proteção contra a COVID-19.

A distribuição foi realizada para pessoas em situação de vulnerabilidade. Confira abaixo algumas fotos da atividade.

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Lutas Violações de direitos

Assista neste sábado às 17h: o que é a campanha Despejo Zero

Assista neste sábado, 8 de agosto, a essa importante live sobre a campanha Despejo Zero, com a participação de Benedito Roberto Barbosa, o Dito. Será às 17h na página facebook.com/solmassarioficial. Confira os detalhes no cartaz.

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Mobilizações se intensificam para derrubar o veto ao artigo 16 no novo marco do saneamento

Fonte: ONDAS

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ),afirmou esta semana que será muito difícil o Congresso não derrubar o veto presidencial ao artigo 16 no marco legal do saneamento (Lei 14.026/2020), explicando que a quebra do acordo foi ruim: “do ponto de vista do que foi acordado para a matéria ser aprovada, acho que é muito difícil que Congresso não derrube o veto se não houver um acordo que inclua um diálogo novamente com as lideranças da Câmara e do Senado e com os entes federados. Acho que essas questões são muito importantes na política”.

 ARTIGO 16

O novo marco do saneamento (Lei 14.026/2020) foi sancionado pelo presidente Bolsonaro em 15 de julho, com vetos. Um dos vetos mais preocupantes é ao artigo 16, que põe em risco direto as empresas estaduais, uma vez que, o artigo permitia a renovação de contratos de programa, mesmo aqueles vencidos, por mais de 30 anos. O artigo havia sido incluído no projeto (PL 4162/2019) ainda na Câmara, em acordo com parlamentares e governadores.

 GOVERNO PRESSIONA PARA MANTER O VETO
Rodrigo Mais disse ainda que o ministro da Economia, Paulo Guedes, telefonou para pedir ajuda nas conversas para manter o veto ao artigo 16. “O ministro Paulo Guedes me ligou outro dia pedindo para ajudar. Eu estou à disposição para ajudar. Não acho fácil, mas dialogar até a votação do veto é importante”, ressaltou.

O Congresso precisa se reunir em uma sessão conjunta para votar diversos vetos presidenciais antes de analisar o do marco legal do saneamento. Eles precisam ser votados em ordem cronológica e ainda é preciso vencer uma extensa lista que vem desde o fim de 2019, com os vetos do pacote anticrime. Deputados e senadores tentam chegar a um acordo para uma sessão conjunta na próxima semana.

Leia mais aqui, no boletim do ONDAS.

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Lutas

Pesar e de Indignação pelos 100 Mil Brasileiros Mortos por Covid-19

Fonte: www.frentepelavida.org.br

O Brasil exibe hoje números de uma enorme tragédia humanitária:

  • 100 mil brasileiros mortos;
  • Entre as pessoas que perderam a vida, cerca de 200 são mulheres grávidas e puérperas, constituindo um recorde mundial de mortes nessa faixa da população;
  • Cerca de 3 milhões de infectados pelo novo coronavírus registrados;
  • Um número muito grande de pessoas com sequelas diversas decorrentes da covid-19;
  • Dois meses sem responsável titular nomeado no Ministério da Saúde;
  • Cinco meses sem um Plano de Emergência Nacional para o enfrentamento da pandemia.

O quadro acima é estarrecedor e traduz o descaso e o desprezo pela vida dos brasileiros por parte das autoridades máximas do país, particularmente do governo federal, que não levam em conta as orientações científicas e das organizações de saúde. A grande maioria dos brasileiros infectados e mortos encontra-se entre os segmentos mais pobres, que sempre tiveram acesso muito precário à saúde, à educação, ao saneamento básico e à moradia digna. E o Brasil continua a repetir, no cenário da pandemia, as políticas públicas que cavam o fosso da desigualdade e da injustiça no país.​

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva – ABRASCO – e as demais entidades que compõem a Frente Pela Vida manifestam o seu mais profundo pesar pelas vidas perdidas, muitas das quais evitáveis e que resultaram da inação e da irresponsabilidade para o enfrentamento da pandemia. Sentimo-nos entristecidos pelo sofrimento incalculável dos milhões de brasileiros infectados pela covid-19 e de seus familiares. Os números trágicos acima colocados não são fruto do acaso ou de um destino inexorável; ao contrário, são frutos das escolhas insensíveis e das decisões negligentes dos governantes.

Prestamos nossa solidariedade aos profissionais da saúde e aos trabalhadores de serviços essenciais que, frequentemente em condições precárias e de risco, estão na linha de frente do enfrentamento da pandemia.

Alertamos ao povo brasileiro que, tendo em vista a ausência de um plano nacional de enfrentamento desta pandemia, a sociedade brasileira sofrerá o agravamento da crise sanitária, social e econômica que hoje está posta, principalmente pelo fato de que a pandemia está se interiorizando e atingindo fortemente as populações vulnerabilizadas. É fundamental que a sociedade brasileira se una em defesa da vida, recusando-se a normalizar um flagelo que é evitável, buscando exercitar a solidariedade, sendo esta um dos pilares da construção de uma nação.

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Solidariedade

Mapa Colaborativo

Plataforma das redes de solidariedade e práticas colaborativas de combate à Covid-19

Contribua aqui: https://benfeitoria.com/mapacolaborati

Meta 1 – Primeira meta: R$ 28.000,00

Precisamos da sua ajuda para não só continuar este projeto em ação, mas para dar um importante próximo passo, fazer do Mapa Colaborativo um ambiente de interação das Ações, fomentar através de novos recursos de comunicação em nossa plataforma que as Ações cadastradas possam ter agora, acesso a um login, onde seja possível abrir chats de comunicação com outros outros grupos de interesses complementares, com efeito de se mutuamente se beneficiarem desta interação para através destas conexões surgirem parcerias em prol de realizar ações com mais qualidade, poder de alcance, reduzir custos logísticos e de despesas. Queremos que cada grupo tenha as condições de se comunicar de forma rápida e fluída com outras grupos e com isso chegarem em soluções ainda mais eficazes.

Mapa Colaborativo: vamos conectar os pontos?
 

Em um momento onde o Brasil desponta como um dos países com o maior número de casos de COVID-19 do mundo, precisamos enxergar e reconhecer quem está ao nosso lado, para com humildade reconhecer quais as ações estão fazendo a diferença localmente.

Mapa Colaborativo já conseguiu registrar e georeferenciar mais de 2.000 ações colaborativas e redes de solidariedade. São iniciativas da sociedade civil, envolvendo movimentos populares, grupos de pesquisa e laboratórios universitários, que se mobilizaram para enfrentar a crise sanitária agravada pela pandemia de covid-19. As atividades desenvolvidas por essas organizações vêm cumprindo um papel vital no apoio aos mais vulneráveis de diversas regiões do país, principalmente diante da insuficiência de ações governamentais (federais, estaduais e municipais) para salvar vidas e levar auxílio àqueles que mais precisam.

Com a continuidade da pandemia e as incertezas em relação ao futuro, acreditamos que os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento do Mapa Colaborativo devem não somente continuar seu trabalho de cadastramento, divulgação e conexão de ações de solidariedade e práticas colaborativas mas também fazer do Mapa Colaborativo um ambiente de conexão das Ações. Por isso, convidamos você a fazer parte deste projeto, nos ajudando a reunir recursos para que possamos dar este importante próximo passo:

Muitas ações cadastradas compartilham aspectos complementares com grande potencial de se beneficiar mutuamente trabalhando em conjunto. Queremos fomentar a interação entre os coletivos, movimentos sociais, universidades, ONGs, associação de voluntários e associação comunitárias para que possam interagir em um ecossistema de comunicação aberta entre as diversas ações da sociedade civil, favorecendo relações interativas em prol de criação de parcerias que brindem por melhores resultados para todos os envolvidos.

O Mapa Colaborativo é um software livre, o que significa a liberdade de uso, estudo, modificação e distribuição do código fonte da plataforma. A plataforma também prove todos os seus dados com acesso aberto, o que significa que você tem liberdade de utilizar os dados do mapa para fins de pesquisas acadêmicas, reportagens e afins.