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Solidariedade

Maranhão: veja a campanha de solidariedade e como doar

A União Estadual por Moradia Popular do Maranhão lançou uma campanha de arrecadação e distribuição de alimentos e ítens de higiene. Para doar, acesse a vaquinha on-line: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-a-unmp-a-ampliar-seu-combate-ao-coronavirus

Confira as informações nas imagens abaixo.

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Solidariedade

RJ: MUTIRÃO PARA DOAÇÃO DE CESTAS BÁSICAS E KITS DE HIGIENE

Confira e ajude: https://abacashi.com/p/mutiraocmp

“Vamos precisar de todo mundo, um mais um é sempre mais que dois.”

Diante da pandemia do coronavírus, a Central de Movimentos Populares do Rio de Janeiro, organização do movimento popular fundada em 1993, realiza esta campanha para fortalecer e dar continuidade a doação de cestas básicas e kits de higiene para os que, nesse momento, necessitam da sua ajuda!

A Central possui uma base popular construída a partir da atuação nas ocupações Chiquinha Gonzaga, Zumbi dos Palmares Quilombo das Guerreiras, Quilombo da Gamboa, Morada da Conquista, Vito Giannotti entre outras, nas favelas e periferias junto a Rede Contra a Violência, que também vem sofrendo terrivelmente, principalmente com a falta de alimentos.

São muitos trabalhadores que encontram-se desassistidos e em situação de precariedade: os sem-teto, a população das favelas, das periferias, a população de rua, aqueles que no dia a dia trabalham como camelôs, trabalhadoras domésticas, motoboys, catadores, desempregados, entre outros

Entendemos que para enfrentar de forma efetiva esta situação trágica é fundamental a criação e o fortalecimento de políticas públicas permanentes que atendam as necessidades da população. E também de medidas urgentes, emergenciais. Estamos juntos a todos que se indignam e pressionam para isso, e EXIGIMOS já o pagamento pela renda básica emergencial. Porém, como dizia Betinho: “quem tem fome, tem pressa”.

Acreditamos que o fundamental agora é fazer e garantir o mínimo para essas famílias. Por isso, TODA E QUALQUER CONTRIBUIÇÃO É BEM VINDA!

Contamos com a sua ajuda!

Veja as fotos abaixo da entrega de kits de higiene e alimentação na ocupação Chiquinha Gonzaga e na central.

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Violações de direitos

Mais uma violência contra uma ocupação dos sem teto em Ribeirão Preto-SP: Prefeitura derruba barracos na região do aeroporto em plena pandemia do Coronavírus

Na manhã do dia 14 de abril de 2020, de baixo de chuva, em meio a pandemia do coronavírus, o Departamento Geral de Fiscalização da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto acionou contingente da guarda civil acompanhado de uma retro-escavadeira e procedeu a derrubada de 15 barracos de moradores da Rua Porto Ferreira na esquina com a Rua Descalvado, na região do Aeroporto Leite Lopes.

No local ainda resistem mais de 20 famílias, casais com pessoas idosas, crianças, que não têm para onde ir e não podem suportar pagamento de aluguéis.

A moradora Érica Cavalcanti da Silva assinou uma notificação da Prefeitura Municipal onde foi dado o prazo de uma semana a contar do dia 14/04/2020, para que todos os ocupantes desocupassem a área, sob risco de o trator passar por cima do que estiver no local e foi exatamente o que aconteceu.

Destaque-se que essa mesma área, já foi objeto de uma reintegração de posse ocorrida no ano de 2010, e de lá para cá no local só restaram entulhos, a Prefeitura não cuidou da área ou colocou qualquer tipo de advertência quanto ao uso de sua suposta propriedade.

A justificativa da Prefeitura é que se trata de Ocupação recente, com menos de um ano e dia, com construções de madeira. Porém, na verdade, existem no local, construções de alvenaria. De madeira ou não, nada justifica tamanha violência em deixar dezenas de pessoas desabrigadas.

As remoções nesta região prosseguem em função da tentativa da internacionalização do Aeroporto Leite Lopes, que se arrasta há mais de 25 anos e tornou-se um “imbróglio” que vem sempre à tona em períodos eleitorais.

A União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, através de sua Coordenação Regional, vem a público denunciar a violência contra população vulnerável, colocando em risco moradores de ocupações , numa situação de calamidade pública em que se encontra o município de Ribeirão Preto, em função da pandemia do coronavírus – COVID-19.

Moradia é a porta de acesso a todos os demais direitos!

Poder público deve zelar pela população mais vulnerável em primeiro lugar !

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Solidariedade

FLM: organização popular e solidariedade em São Paulo

A Frente de Luta por Moradia (FLM), filiada à Central de Movimentos Populares, deu início nessa semana na capital de São Paulo à organização de 33 comitês em apoio aos desempregados (as) vítimas da Covid- 19 e da crise econômica neoliberal em curso no país.

Para Osmar Borges, da coordenação da FLM, as ações têm pautado e denunciado a fome causada pelo desemprego, consequência da pandemia do novo coronavírus.

A iniciativa da FLM está associada às ações da CMP que, em conjunto com outras entidades, está promovendo a campanha “Movimentos Contra Covid-19”, em apoio aos grupos mais vulneráveis. Em todo o país já são 79 pontos de solidariedade que tem por objetivo, arrecadar e distribuir cestas básicas, além de quites de higiene pessoal, de limpeza, bem como máscaras, marmitex, café, entre outros itens. As entidades filiadas à CMP já distribuíram mais de 25 mil cestas básicas.

A FLM, sintonizada com essa solidariedade de classe, por meio desta campanha, está recebendo coleta de alimentos e produtos de higiene e limpeza para apoiar famílias em extrema vulnerabilidades. No total já foram distribuídas mais de 3 mil cestas básicas, além de material de higiene e 4 mil marmitex e legumes.

Os 33 comitês espalhados pelas Zonas Leste, Sul, Norte e Centro de São Paulo são um exemplo de que é possível aliar a solidariedade com povo trabalhador e o fortalecimento da organização popular.

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Solidariedade

CAMPANHA SOLIDARIEDADE AOS CATADORES JÁ!

A Coopcent ABC é uma cooperativa de segundo grau formada por grupos organizados de catadores e catadoras que realizam a coleta seletiva de materiais recicláveis no Grande ABC, fundada em 2008. Maiores informações em http://www.coopcentabc.org.br/

endereço: Rua Caracas, 120 – DIADEMA – SP – CEP: 09921-090 Tel: (11) 4054-2263

Contato: Adolfo Homma- adolfohomma@gmail.com

Dados da campanha (vaquinha virtual e dados bancários):
Banco do Brasil Agência 717-x
CC 84023-8
COOP.CENT CAT.E CAT.MAT
CNPJ: 10.203.963/0001- 46
https://www.catarse.me/solidariedade_aos_catadores

Link vaquinha virtual : http://www.coopcentabc.org.br/?pg=campanha_solidariedade_aos_catadores_ja

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Solidariedade

Informativo popular: Direito à água em tempos de pandemia da COVID-19

O informativo popular Direito à água em tempos de pandemia da Covid-19 traz orientações e recomendações sobre o que pode ser feito para a população ter acesso à água tratada nesse momento emergencial, ao explicar o que é a doença da COVID-19 (novo Coronavírus) e como evitá-la.

No momento em que a doença COVID-19 atinge o mundo todo, a falta d’água é uma questão de vida ou morte. Lavar sempre e bem as mãos, ter mais cuidados com a limpeza das moradias, além de evitar o contato com outras pessoas, são as principais medidas para evitar a doença. No entanto, nas favelas, comunidades, ocupações, palafitas, “baixadas”, “grotões”, vilas, mocambos e “quebradas”, os moradores vivem um problema sério no dia a dia: a falta de saneamento e de água nas suas casas.

Em linguagem simples e direta, o informativo explica as principais dúvidas e aponta medidas que podem ser tomadas para garantir acesso à água de forma regular, em quantidade suficiente e com boa qualidade.

informativo foi organizado pelo ONDAS e escrito por técnicos da área de saneamento, pesquisadores, professores e lideranças de movimentos populares.Link para ter acesso ao Informativo:https://ondasbrasil.org/informativo-direito-a-agua-em-tempos-de-pandemia-da-covid-19/

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Coronavírus: Sem-teto arrecadam mais de 3 mil cestas básicas para periferias de SP

Confira reportagem publicada no portal G1 sobre nossas ações!

Ação foi realizada por diversos movimentos populares que atuam em favelas, cortiços e ocupações, em benefício de famílias em situação de vulnerabilidade. Leia aqui.

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JUÍZA DA 6ª VARA CÍVEL DE RIBEIRÃO PRETO-SP ATENDE PEDIDO DA DEFENSORIA PÚBLICA E SUSPENDE VISTORIA COM FORÇA POLICIAL NA OCUPAÇÃO CIDADE LOCOMOTIVA

Após intensa mobilização com grande repercussão nas redes sociais e centenas de manifestações de solidariedade e indignação, atendendo apelo dos moradores da Ocupação Cidade Locomotiva, junto à Defensoria Pública de Ribeirão Preto, a Juíza da 6ª Vara Cível, Ana Paula Franchito Cypriano determinou a suspensão perícia/vistoria e levantamento topográfico, inclusive com força policial agendada para  esta quarta-feira, dia 15/04/2020, na “Ocupação Cidade Locomotiva” situada na Rua Peru 2.400, em Ribeirão Preto/SP (Processo de Reintegração de Posse nº 1040273-19.2015.8.26.0506, movido pela empresa de Açúcar e Álcool – Coopersucar São Paulo).

A determinação de suspensão da medida, se deu após intensa mobilização social, ocorreu em função do Provimento Judicial 2545/2020, da condição de isolamento social, e do Estado de Calamidade Pública Municipal (Decreto nº 076 de 23 de março de 2020), devido à pandemia Covid-19.

A determinação é temporária por causa da conjuntura de momento, no entanto, a apreensão das famílias só terá fim, quando tiver o seu direito à moradia definitivamente garantido. Assim sendo, a luta contra a reintegração de posse continua. Lembramos que existem mais de 10 mil famílias ameaçadas de reintegração de posse na cidade de Ribeirão Preto.

A Ocupação Cidade Locomotiva, filiada à União dos Movimentos de Moradia de São Paulo, agradece todas as manifestações de solidariedade recebidas pelo direito à moradia e contra a reintegração de posse.  

Enquanto existir imóveis vazios e abandonados, que não cumprem a sua função social, ocupar é um dever!

Reforma Urbana, Já!

Ocupação Cidade Locomotiva

União dos Movimentos de Moradia da Grande São Paulo e Interior.

Juscilene Sena – Presidente da Associação – Fone 16- 98844-1427

Benedito Barbosa UMM ( Dito) –   Fone 11-97418-7161)

Mauro Freitas – Ass. Técnica –   Fone 16 – 9 92170751

Ribeirão Preto, 14 de abril de 2020

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Solidariedade

Pela terceira semana seguida, UMM-SP distribui milhares de cestas nas favelas e ocupações de São Paulo

+++ Você pode ajudar nas próximas! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

Pela terceira semana seguida, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) promoveu ação social de distribuição de cestas básicas em regiões onde atua, com enfoque nas ocupações urbanas (de prédio e terra) favelas e mutirões autogestionários. Nesta terça 14/4, a partir das 11h, foram entregues 2400 cestas em todas as regiões da capital paulista (veja fotos abaixo). Na última semana, foram 1550. 

Além das cestas, foram distribuídos 5 mil exemplares da sexta edição do Jornal da União, que apresenta as principais reivindicações de políticas públicas urbanas voltadas a minorar os efeitos sociais e econômicos do Coronavírus. A edição pode ser acessada aqui!

Com uma atuação de mais de 30 anos nas periferias da cidade, a UMM está com um trabalho permanente de identificar as regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem em quem mais precisa. Nossas lideranças, que atuam em todas as regiões de São Paulo, estão em um intenso trabalho de levantamento de informações sobre as necessidades da população mais vulnerável, e a partir disso realiza esta ação de distribuição que visa minorar os efeitos econômico-sociais da propagação do COVID-19.

A iniciativa faz parte de um conjunto de ações dos movimentos populares urbanos para enfrentar os efeitos do COVID-19. Para além da solidariedade, precisamos seguir em luta para que o Estado cumpra seu papel, com a efetivação de políticas públicas que diminuam o impacto econômico-social no cotidiano das famílias, e uma completa mudança da política macroeconômica federal, que passe a ser orientada pelas necessidades das classes populares, e não pelos interesses do mercado financeiro. Para garantir saúde para toda a população, é fundamental, por exemplo, que todas as famílias tenham moradia digna e acesso a um sistema público de saúde universal e gratuito, de modo que junto a medidas como a “renda básica emergencial”, é preciso retomar políticas como o Minha Casa Minha Vida Entidades e derrubar a Emenda Constitucional 95. Também é preciso reforçar a luta pela função social da propriedade para que terrenos e prédios vazios possam abrigar quem não tem moradia.

Nosso trabalho de arrecadação e distribuição irá continuar nas próximas semanas e envolve a capital, a região metropolitana de São Paulo, o litoral e o Interior, pelas macrorregionais: Baixada Santista, ABC, Campinas, Americana, Sudoeste, Sertãozinho e Ribeirão Preto. Solicitamos que o apoio de toda sociedade fique ainda mais forte. Quem tiver condições de fazer uma doação, contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

A UMM-SP

A UMM foi fundada em 1987 com o objetivo de articular e mobilizar os movimentos de moradia, lutar pelo direito à moradia, por reforma urbana e autogestão e assim resgatar a esperança do povo rumo a uma sociedade sem exclusão social. É uma articulação de movimentos que atuam na área de favelas, cortiços, sem-teto, mutirões ocupações e loteamentos. Sua atuação iniciou-se pela capital e Região Metropolitana e hoje atinge a outras regiões do estado. Sempre defendendo a proposta autogestionária, o direito à moradia e à cidade e a participação popular nas políticas públicas, a UMM organiza-se em torno desses princípios comuns que se traduzem em reivindicações, lutas concretas e propostas dirigidas ao poder público nas três esferas de governo. Nesse sentido, tem enfrentado as diferentes gestões, ao longo desse tempo, buscando a negociação e a ação propositiva, sem deixar de lado as ferramentas de luta e pressão do movimento popular. Desse trabalho, resulta a conquista de cerca de 30 mil moradias construídas em mutirão ao longo dessa caminhada, diversas favelas urbanizadas, prédios reformados para fins habitacionais, incidência na construção de programas e legislação habitacional, como o Minha Casa Minha Vida Entidades.

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Solidariedade

Conheça o belo exemplo de Beatriz Mendonça, que recebeu solidariedade e afirma: “acabei me contaminando por essa ação”

A comerciária Beatriz Mendonça vinha passando por dificuldade financeira, que foi agravada ainda mais pela pandemia do novo coronavírus. Ela perdeu o emprego no último dia 20 de março, mas foi contemplada com uma cesta básica viabilizada pelo Ceprocig (Centro de Promoção e Resgate a Cidadania Paulo VI), que é filiado à Central de Movimentos Populares.

Moradora do Parque Grajaú, bairro pobre do extremo sul da Capital, Bia, como é conhecida, de recebedora de solidariedade resolveu praticá-la.

Ela tem 50 anos, é casada, mãe de dois filhos e avó. Sensibilizada com a difícil situação por qual passam muitas famílias do bairro – especialmente os mais idosos – Bia, preocupada com a falta de máscara, não perdeu tempo. Costureira, logo pensou: como faço para aprender a fazer máscara para ajudar a quem precisa?

A costureira pegou sua máquina de costura que estava guardada, pesquisou no Youtube, assistiu ao vídeo várias vezes até aprender a fazer a máscara. A partir desse momento, Bia se juntou ao Ceprocig e à CMP na campanha dos movimentos populares contra a Covid-19. Com isso, o resultado da solidariedade e força de vontade de Bia, já renderam mais de 120 máscaras confeccionadas e distribuídas no bairro.

Pedimos para ela gravar um vídeo relatando sua experiência. E olha só o que ela afirmou: “fui contemplada por uma cesta e acabei me contaminando por essa ação”. Que bom! Fazemos um chamado para que milhares de pessoas façam como a Bia: para evitar o novo coranavírus, o remédio é se deixar contaminar pela solidariedade, participando da campanha “Movimentos Contra o Covid-19” e contribuindo com a vakinha Oline da CMP para ajudar os grupos mais vulneráveis – http://vaka.me/978192

Ouça o depoimento da Bia aqui.