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Solidariedade

Mapa Colaborativo

Plataforma das redes de solidariedade e práticas colaborativas de combate à Covid-19

Contribua aqui: https://benfeitoria.com/mapacolaborati

Meta 1 – Primeira meta: R$ 28.000,00

Precisamos da sua ajuda para não só continuar este projeto em ação, mas para dar um importante próximo passo, fazer do Mapa Colaborativo um ambiente de interação das Ações, fomentar através de novos recursos de comunicação em nossa plataforma que as Ações cadastradas possam ter agora, acesso a um login, onde seja possível abrir chats de comunicação com outros outros grupos de interesses complementares, com efeito de se mutuamente se beneficiarem desta interação para através destas conexões surgirem parcerias em prol de realizar ações com mais qualidade, poder de alcance, reduzir custos logísticos e de despesas. Queremos que cada grupo tenha as condições de se comunicar de forma rápida e fluída com outras grupos e com isso chegarem em soluções ainda mais eficazes.

Mapa Colaborativo: vamos conectar os pontos?
 

Em um momento onde o Brasil desponta como um dos países com o maior número de casos de COVID-19 do mundo, precisamos enxergar e reconhecer quem está ao nosso lado, para com humildade reconhecer quais as ações estão fazendo a diferença localmente.

Mapa Colaborativo já conseguiu registrar e georeferenciar mais de 2.000 ações colaborativas e redes de solidariedade. São iniciativas da sociedade civil, envolvendo movimentos populares, grupos de pesquisa e laboratórios universitários, que se mobilizaram para enfrentar a crise sanitária agravada pela pandemia de covid-19. As atividades desenvolvidas por essas organizações vêm cumprindo um papel vital no apoio aos mais vulneráveis de diversas regiões do país, principalmente diante da insuficiência de ações governamentais (federais, estaduais e municipais) para salvar vidas e levar auxílio àqueles que mais precisam.

Com a continuidade da pandemia e as incertezas em relação ao futuro, acreditamos que os pesquisadores envolvidos no desenvolvimento do Mapa Colaborativo devem não somente continuar seu trabalho de cadastramento, divulgação e conexão de ações de solidariedade e práticas colaborativas mas também fazer do Mapa Colaborativo um ambiente de conexão das Ações. Por isso, convidamos você a fazer parte deste projeto, nos ajudando a reunir recursos para que possamos dar este importante próximo passo:

Muitas ações cadastradas compartilham aspectos complementares com grande potencial de se beneficiar mutuamente trabalhando em conjunto. Queremos fomentar a interação entre os coletivos, movimentos sociais, universidades, ONGs, associação de voluntários e associação comunitárias para que possam interagir em um ecossistema de comunicação aberta entre as diversas ações da sociedade civil, favorecendo relações interativas em prol de criação de parcerias que brindem por melhores resultados para todos os envolvidos.

O Mapa Colaborativo é um software livre, o que significa a liberdade de uso, estudo, modificação e distribuição do código fonte da plataforma. A plataforma também prove todos os seus dados com acesso aberto, o que significa que você tem liberdade de utilizar os dados do mapa para fins de pesquisas acadêmicas, reportagens e afins.

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Solidariedade

Em Belém, ação de solidariedade beneficia mulheres em situação de vulnerabilidade

As ações de solidariedade promovidas pela Central de Movimentos Populares (CMP), entidades filiadas e parceiros continuam se multiplicando pelo país para amenizar as dificuldades das populações vulneráveis, aprofundadas pela pandemia da covida-19. Na tarde de 29 de julho, a CMP, em parceria com o Grupo de Mulheres Prostitutas da Área Central (GEMPAC), foram distribuídas cestas básicas e kits de higiene e limpeza para as profissionais do sexo de Belém.

A ação contou com o apoio do Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef), da Ação da Cidadania, da Cruz Vermelha e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE).

A presidenta da GEMPAC, Lourdes Barreto, uma das fundadoras da CMP do Pará, que participou do congresso de fundação, em 1993, em Belo Horizonte (MG), disse que estava emocionada com a realização da ação de solidariedade junto às profissionais do sexo de Belém. “Essa parceria para a entrega dos alimentos e dos kits é muito importante para as mulheres de estão em situação de vulnerabilidade. Este é um momento de agregar”, destacou Lourdes.

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Lutas Solidariedade

Movimentos populares continuam com ações de solidariedade e afirmam que 100 mil vidas importam

Na semana em que o Brasil alcançou a triste marca de 100 mil vidas perdidas, grande parte por irresponsabilidade do presidente Jair Bolsonaro, os movimentos populares seguem promovendo ações de solidariedade, defendendo a vida e lutando pelo fim do governo genocida. As famílias em situação de vulnerabilidade continuam sem apoio por parte do Estado, muitas contando apenas com a solidariedade dos movimentos populares.

Ao mesmo tempo em que arrecadam e distribuem cestas básicas, kits de higiene e limpeza, marmitex, máscaras e outros itens, o movimentos populares organizam protestos contra o governo Bolsonaro em favelas, ocupações, cortiços e na periferia, em defesa da vida, dos direitos, como aconteceu nesta sexta-feira (7), com mais de 60 protestos em 19 estados, simultaneamente.

Em quase cinco meses da campanha “Movimentos Contra a Covid-19”, integrada pela Central de Movimentos Populares (CMP) e outras entidades, foram distribuídas mais de 200 mil cestas básicas, 90 mil marmitex e 50 mil máscaras de proteção confeccionadas artesanalmente.

O balanço é positivo também quanto às manifestações de protestos que vêm ocorrendo em todo país. Nesta sexta-feira (7), a periferia mostrou que está na luta em defesa da vida, do emprego, dos direitos e pelo Fora Bolsonaro.

Para Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP, “não é natural as mortes de 100 mil pessoas em cinco meses. Bolsonaro é responsável por este genocídio, pelo desemprego e pelo sofrimento do povo. Ele está cometendo um crime e, por isso, precisa ser derrubado da Presidência. Impeachment já”.

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Solidariedade

Movimentos populares dão sequência às ações de solidariedade na Amazônia


Nesta semana, a Central de Movimentos Populares do Pará (CMP-PA) voltou a realizar ações de solidariedade na região amazônica, novamente em parcerias com outras organizações e movimentos. Na quinta-feira, pela manhã, foram entregues 200 cestas básicas de alimentos, materiais de limpeza e higiene no Distrito de Icoaracy, em Belém, junto com o MNLM (Movimento Nacional de Luta pela Moradia). A ação representa não só a solidariedade perante às famílias, como também uma parceria junto à outros movimentos irmãos de lutas. Esta é a segunda ação com Movimentos Nacionais parceiros, a primeira foi com a União Nacional por Moradia Popular (UNMP). É a SOLIDARIEDADE na luta que nos une. VIVA A UNIDADE POPULAR!

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Lutas Solidariedade

100 dias de solidariedade

Há 100 dias, diversas organizações populares, sociais, sindicais das Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo estão atuando no cotidiano de comunidades em maior situação de vulnerabilidade. Pela campanha Vamos Precisar de Todo Mundo, da qual a Movimentos Contra a COVID-19 faz parte, já foram distribuídas 3195 toneladas de alimentos, em 354 mil cestas básicas, além de 166 mil máscaras de proteção, 22 mil litros de álcool gel e 18 mil kits de materiais de higiene. Também merece destaque a organização de cozinhas comunitárias, a distribuição de 219 mil refeições, ações de apoio psicológico e jurídico, brigadas de saúde, viabilização de gás de cozinha a baixo custo e o transporte de materiais, alimentos, insumos e roupas.

Para realizar balanços, conhecer experiências e apontar desafios das iniciativas, realizamos a Plenária 100 dias da Campanha de Solidariedade Vamos Precisar de Todo Mundo. A plenária contou com a participação de lideranças populares de todo o país e do sociólogo e jurista Boaventura de Sousa Santos, que refletiu sobre a omissão do presidente Jair Bolsonaro no combate à pandemia de coronavírus e a sabotagem às medidas de isolamento. No seu entender, a omissão revela a vontade de produzir a morte de milhares de pessoas que são consideradas descartáveis. “É uma atitude genocida de Bolsonaro que um dia deverá ser julgada no Tribunal Penal Internacional”.

Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP), realizou um balaço das ações de solidariedade realizadas até o momento e destacou a relação com a luta. Além de estendermos as mãos para as famílias mais vulneráveis, fortalecemos o processo organizativo nas bases para superarmos a crise pela efetivação de direitos.

Confira o vídeo aqui.

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CMP do Acre realiza doações em bairros periféricos de Rio Branco

Durante esta semana, a Central de Movimentos Populares do Acre (CMP-AC) realizou ações solidárias nos bairros periféricos da capital do estado, Rio Branco. A atividade faz parte da campanha “Rede Solidária na Amazônia”, uma iniciativa da CMP que promove a doação de alimentos e produtos de higiene em cinco estados da Amazônia: Pará, Tocantins, Rondônia, Acre e Amazonas. O foco da iniciativa é levar solidariedade às populações que vivem nas periferias das capitais desses estados, as pessoas mais vulneráveis ao contágio da COVID-19, em sua maioria pessoas negras, trabalhadoras informais (1/2 a 1 1/2 SM) que vivem em moradias inadequadas, sem saneamento básico nem serviços de saúde e assistência social ou acesso a cultura. Outros são ribeirinhos, quilombolas e indígenas atingidos pelos megaprojetos de infraestrutura e exploração mineral na região.

Confira abaixo as imagens das doações em Rio Branco.

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Solidariedade

Comunidades de Recife e Paulista recebem doações de cestas básicas

Esta sexta-feira (10/7), foi mais um dia de grande felicidade para famílias de diversos Movimentos filiados à União Estadual por Moradia Popular de Pernambuco (UNMP-PE) que residem em vários bairros do Recife e no Empreendimento de Nossa Prata no Município de Paulista. Em diversa comunidades, os movimentos de moradia realizaram a entrega de cestas básicas doadas pelo Governo do Estado. Confira as imagens na galeria abaixo.

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Lutas Solidariedade

Movimentos populares intensificam ações de solidariedade e de luta pelo Fora Bolsonaro

As duas grandes pautas atuais de luta dos movimentos populares: a promoção de ações de solidariedade voltadas para as populações em situação de vulnerabilidade e a organização de manifestações pelo Fora Bolsonaro têm mobilizado cada vez mais a militância dos movimentos populares urbanos por todo país. Ao mesmo tempo em que promovem ações de solidariedade com distribuição de cestas básicas, kits de higiene e limpeza, marmitex, máscaras e outros itens, o movimentos populares organizam protestos contra o governo Bolsonaro em favelas, ocupações, cortiços e na periferia.

Em pouco mais de três meses da campanha “Movimentos Contra a Covid-19”, integrada pela Central de Movimentos Populares (CMP) e outras entidades, foram distribuídas 162.130 cestas básicas, 63 mil marmitex e 28.160 mil máscaras de proteção confeccionadas artesanalmente.

O balanço é positivo também quanto às manifestações de protestos que vêm ocorrendo em todo país. Nesta sexta-feira (10), a periferia mostrou que está na luta pelo Fora Bolsonaro. Em 20 estados ocorreram 94 ações, organizadas pela Central de Movimentos Populares (CMP), União Nacional por Moradia Popular (UNMP) e outras entidades filiadas à CMP, como o MLB (Movimento de Vilas, Bairros e Favelas). Os manifestantes gritaram Fora Bolsonaro e reivindicaram direitos como saúde, moradia, emprego, educação, acesso à água e esgoto tratado, reunindo-se em pequenos grupos, com cartazes, faixas, apitos, fazendo panelaços, pequenas aglomerações, sempre respeitando as regras do isolamento social.

Os protestos desta sexta-feira fazem parte da Jornada Nacional pelo Fora Bolsonaro, promovida por diversas frentes, partidos políticos, movimentos populares e segmentos que têm o Fora Bolsonaro como bandeira de luta. A CMP e UNMP são signatárias de um dos pedidos de impeachment do presidente da República.

Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP, avaliou este dia da Jornada Nacional pelo Fora Bolsonaro como muito positivo. “Tivemos 94 ações simultâneas em 20 estados do país. Os movimentos populares e a periferia entraram na luta pelo Fora Bolsonaro, um governo genocida, que comete crime contra a vida e a dignidade humana, retira direitos da classe trabalhadora e ataca a democracia”.

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União por Moradia Popular em Alagoas realiza doação de cestas em ocupações

Por UMP-AL

A COVID-19 chegou de forma avassaladora, destruindo tudo ao seu redor. No Brasil, apesar dos inúmeros crescentes caso de mortes, com os menos favorecidos estão em um verdadeiro caos total, o sistema único de saúde (SUS) é responsável pelo menos 150 milhões de Brasileiros. A grande parte da população do país vivem em locais que não têm coleta de esgoto, água potável e saneamento básico, sendo a higiene um requisito primordial para o enfrentamento de qualquer epidemia. Só com a solidariedade de algumas organizações é que conseguimos amenizar um pouco do sofrimento de algumas famílias. Com esse pensamento fraterno a Habitat Brasil doou 100 cestas básicas para beneficiar famílias da ocupação Alcir Mattos, localizado no conjunto Aprigio vilela ,Benedito Bentes ll. A ação foi conduzida pela União por Moradia Popular em Alagoas (UMP-AL), que agradece a União Nacional por Moradia Popular e Habitat Brasil por esse ato de solidariedade na luta contra a COVID-19.

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União dos Movimentos de Moradia compra arroz do MST e distribui 10 toneladas de alimentos saudáveis nas periferias de São Paulo

A União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP), que como parte da campanha “Movimentos Contra a Covid-19”, deu início nesta sexta (10/7) a mais uma distribuição de cestas básicas e materiais de higiene nas favelas, ocupações e mutirões autogestionários de São Paulo. A partir do princípio da economia solidária, as cestas foram elaboradas com a compra de alimentos saudáveis, vindos da luta pela reforma agrária no Brasil. Serão doadas 10 toneladas de arroz orgânico produzido por assentamentos do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). A UMM optou pela compra do arroz do MST por entender que a população mais vulnerável também tem direito a uma alimentação saudável, livre de agrotóxicos, um componente fundamental do direito à saúde.

Desde que teve início o processo de distanciamento físico, a UMM-SP se mobiliza para garantir condições mínimas para as pessoas conseguirem ficar em casa. É realizado um trabalho permanente de identificação das regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem a quem mais precisa. Os dados mostram que ao avanço da COVID-19 expressa a profunda desigualdade social brasileira, com o número de pessoas infectadas e de mortes concentrados nas regiões mais pobres. Por isso, para de fato garantirmos saúde para toda a população,precisamos lutar por direitos e estabelecer uma rede popular de solidariedade. Além disso, entendemos que, pra ficar em casa, é preciso que as famílias tenham uma moradia digna, de modo que a crise traz de volta ao centro do debate público a necessidade de se investir em uma política habitacional com participação popular.

A distribuição dos alimentos saudáveis que acontece nos próximos dias está dividida em: 1720 kg de arroz orgânico no Parque São Rafael e 1700 kg no Conjunto Residencial Prestes Maia, na Zona Leste de São Paulo; 3300 kg na Vila Alpina; e 4000 kg no Jardim São Savério, na Zona Sudeste da cidade. Na próxima semana, outras 10 toneladas serão distribuídas em diferentes regiões da cidade.

O trabalho de arrecadação e distribuição de cestas continuará por toda a capital e em outras cidades do estado de São Paulo. Estamos em ação em diversos municípios do Estado: Ribeirão Preto, Santos, Osasco, Suzano e Carapicuíba, dentre outros. Daremos também continuidade às denúncias de violações de direitos, como ameaças de despejo e cortes no fornecimento de serviços essenciais, como água e luz.

Você pode ajudar nas próximas ações de solidariedade! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021