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Solidariedade

CMP-CE realiza nova distribuição de cestas na periferia de Fortaleza

Em mais uma ação de solidariedade, a associação União Popular do Siqueira, entidade da periferia de Fortaleza-Ceará e filiada à Central de Movimentos Populares (CMP) do Ceará, realizou uma grande entrega de cestas de alimentos. Foram entregues às famílias da comunidade 120 marmitas e 120 kits de comidas juninas e biscoitos.

Em parceira com outros movimentos da região, a entidade vem desenvolvendo essas ações como forma minimizar os impactos causados pela crise do Coronavírus. No entanto, ressalta que é fundamental se engajar na luta e cobrar do Estado uma política de amparo e assistência aos grupos mais vulneráveis.

Confira as fotos da ação abaixo.

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Solidariedade

Aldeia do Xingu recebe doação de máscaras produzidas pelos sem-teto da periferia de São Paulo

Nesta semana, máscaras de proteção à COVID-19 produzidas por costureiras da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) foram doadas para a Aldeia Kaopena, da etnia Meinhako, localizada no Xingu. Desde maio, a UMM-SP, com apoio da Fundação Tide Setúbal, mobiliza 28 costureiras para a confecção de máscaras, divididas em 2 grupos, localizados nas periferias da zona Sul e Leste da capital paulista.

As sem-teto organizadas pela UMM-SP costuraram até o momento mais de 45 mil máscaras, e pretendem seguir com a produção. Em São Paulo, as máscaras são distribuídas junto às cestas básicas entregues nas periferias, ocupações e mutirões autogestionários pelos movimentos de moradia. A UMM-SP já distribuiu mais de 70 mil no estado desde que teve início a pandemia.

A propagação da COVID-19 entre povos indígenas preocupa as autoridades sanitárias. Nesta semana, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) anunciou que o país já tem 10,3 mil casos confirmados de coronavírus entre indígenas. A situação é preocupante, pois os números estão em curva acentuada de crescimento. Um estudo do Centro de Pesquisas Epidemiológicas da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) revelou que a prevalência do novo coronavírus entre a população indígena urbana (5,4%) é cinco vezes à encontrada na população branca (1,1%). Por isso, é fundamental ações de solidariedade como esta da UMM-SP. Confira abaixo as fotos.

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A luta pela sobrevivência nos cortiços

Fonte: semanário arquidiocesano O SÃO PAULO

Entre os 96 distritos da cidade, o Brás, na região central, é o que o concentra o maior número de óbitos por COVID-19 proporcionalmente à população: 141 mortos por 100 mil habitantes. Dois distritos vizinhos, a Sé e o Pari, também estão entre aqueles com mais de 100 mortes por este indicador. Neste que é considerado o “centro pobre” de São Paulo, a quantidade de cortiços, pensões e ocupações pode ser uma das explicações para a expansão da COVID-19.

“Em um cortiço há de 30 a 40 famílias, tudo coletivo, desde o banheiro até as pias e quartos. Então, viver o ‘Fique em Casa’ é difícil”, comentou Sidnei Pita, um dos articuladores do movimento Unificação da Luta de Cortiço e Moradia (ULCM).

Regularmente, a ULCM tem distribuído itens de limpeza, álcool em gel e máscaras para as pessoas que vivem em cortiços e ocupações, além de cestas básicas, obtidas pela União dos Movimentos de Moradia (UMM), à qual é vinculada, ou repassadas pela Prefeitura.

Segundo Pita, mais de 50 mil cestas já foram distribuídas, uma ajuda indispensável: “A grande maioria dos sem-teto, de quem mora em cortiços na região central, é de ambulantes, autônomos ou de trabalhadores de lojas que diminuíram seus salários. Desde o começo da pandemia, só temos visto crescer as filas de pessoas à procura das doações”.

Quando a entrega das cestas é feita em cada cortiço, geralmente a ação é acompanhada por equipes da área da saúde da Prefeitura, a fim de orientar os moradores sobre o novo coronavírus. “Claro que é importante essa conscientização, mas o fator-chave seria tirar as pessoas da situação de risco. Há tantos prédios que a Prefeitura poderia alugar. Se aqui existisse um CEU, poderia se abrigar doentes. Hoje não há alternativas para se praticar o distanciamento social”, lamentou, dizendo ainda que o poder público não tem feito a testagem de COVID-19 nos moradores de cortiços e ocupações.

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Solidariedade

União dos Movimentos de Moradia ultrapassa as 70 mil cestas básicas distribuídas em São Paulo

Nesta primeira semana de julho, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) atingiu a marca de *70.552 cestas básicas* de alimentos e materiais de higiene distribuídas nas favelas, ocupações e mutirões autogestionários de São Paulo. Desde que teve início o processo de distanciamento físico, a UMM-SP se mobiliza para garantir condições mínimas para as pessoas conseguirem ficar em casa. Além disso, entendemos que, pra ficar em casa, é preciso que as famílias tenham uma moradia digna, de modo que a crise traz de volta ao centro do debate público a necessidade de se investir em uma política habitacional com participação popular.

A UMM realiza um trabalho permanente de identificação das regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem a quem mais precisa. O trabalho de arrecadação e distribuição de cestas continuará por toda a capital e outras cidades do estado de São Paulo. Estamos em ação em diversos municípios do Estado: Ribeirão Preto, Santos, Osasco, Suzano e Carapicuíba, dentre outros. Daremos também continuidade às denúncias de violações de direitos, como ameaças de despejo e cortes no fornecimento de serviços essenciais, como água e luz.

Você pode ajudar nas próximas ações de solidariedade! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

Nesta semana, a Associação dos Movimentos de Moradia da Região Sudeste, filiada à UMM-SP, entregou 250 cestas básicas e máscaras para as famílias da Comunidade de Vila Liviero, como parte do programa Cidade Solidária, uma parceria com a prefeitura de São Paulo. Outro exemplo se deu na região de Pirituba, com a distribuição de 200 cestas e 200 máscaras no condomínio Barra do Jacaré, na Vila Zat, promovida pela Associação dos Trabalhadores Sem Terra da Zona Oeste e Noroeste, também filiada à UMM-SP. Na Cidade Tiradentes, zona Leste de São Paulo, a entrega foi realizada pelo Movimento Sem Terra da Leste 1. Confira abaixo as imagens das entregas realizadas nesta semana.

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Solidariedade

Trabalhadores/as ambulantes distribuem máscaras em São Paulo com apoio da UMM-SP

Em um contexto de repressão da Prefeitura e do Governo de São Paulo contra o trabalho ambulante na capital paulista, trabalhadores e trabalhadoras ambulantes fizeram uma ação de solidariedade, com apoio da União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP). Confira nas imagens abaixo fotos da distribuição de máscaras costuradas pelas Mulheres do Movimento Sem Terra Leste 1, filiada da UMM-SP. A entrega foi realizada por ambulantes na Região do Canindé, Pari e Brás. É a solideriedade dos sem-teto salvando as vidas dos Ambulantes!

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Solidariedade

Movimentos populares produzem máscara de proteção

A Central de Movimentos Populares (CMP), atualmente organizada em 18 estados, é uma das entidades organizadoras da Campanha “Movimentos Contra a Covid-19″, que tem como finalidade promover ações de solidariedade aos grupos mais vulneráveis afetados pela pandenia do coronavírus. Umas das ações de solidariedade é a produção artesanal de máscaras de proteção, tão fundamental para se evitar a propagação do vírus.

A CMP conta com 7 núcleos organizados por costureiras de comunidades das periferias ligadas à CMP. Com recursos adquiridos por meio da “vakinha online”, a CMP repassa dinheiro para a compra dos tecidos TNT, elásticos, linhas e agulhas. Essa experiência já resultou na produção de 4.000 máscaras, fruto da ação voluntária de militantes dos movimentos filiadas à CMP.

Em São Paulo há um núcleo de produção de máscaras no Grajaú, Zona Sul da capital, um dos bairros onde morrem mais pessoas vítimas da covid-19. As máscaras são doadas para famílias de sem teto, moradores de favelas, ocupações e bairros das periferias, além de trabalhadores e trabalhadoras agentes de saúde das UBS locais.

Giovana Dantas, jovem de 21 anos e estudante de moda, que no momento se encontra desempregada, produz máscaras com como forma de praticar ação de solidariedade.

Na Bahia, mulheres integrantes do Fórum das Mulheres da CMP, movidas pelo sentimento de solidariedade, já produziram mais de duas centenas de máscaras, que foram distribuídas juntamente com cestas básicas para as famílias moradoras da periferia da Cidade de Lauro de Freitas.

A costureira Cleide Rezende, de 56 anos, afirma que “está muito satisfeita em poder contribuir nesse momento tão difícil que as pessoas mais necessitadas estão passando”.

No Amazonas, o Coletivo do Instituto Poraquê da cidade de Maués, ligado à CMP e compostos por homens e mulheres, se reúne três vezes por semana para produzir máscaras que são destinadas às famílias moradoras de comunidades indígenas e ribeirinhas da região.

Segundo a costureira Marilis, “o coletivo, que já atua na luta pela preservação das florestas e das águas, também entrou na luta em prol das pessoas em situação de pobreza e miséria. É um sentimento de solidariedade poder contribuir e ajudar quem precisa” afirma Marilis.

Para além da produção dos próprios núcleos de costureiras, a CMP já recebeu doação de 15 mil máscaras, perfazendo um total de 19 mil. A Campanha “Movimentos Contra Covid-19” continua. Contribua. Faça a sua doação pelo site http://vaka.me/978192

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Lutas Solidariedade

CMP continua com ações de solidariedade e se reúne com Lula

A importância das ações de solidariedade praticadas pelos movimentos populares foi um dos destaques da reunião da direção nacional da Central de Movimentos Populares (CMP) com o ex-presidente Lula na última quinta-feira (25). Na mesma semana da reunião, a CMP e entidades que integram a campanha “Movimentos Contra a Covid-19” somaram a distribuição de 130 mil cestas básicas – o que equivale a 2.260 toneladas de alimentos – , além de 40 mil marmitex e 19 mil máscaras de proteção feitas de maneira artesanal.

Para Lula, já vínhamos de uma crise, que agora se agravou com a pandemia, pela própria evolução da doença e pelo comportamento irresponsável de Bolsonaro, que adota uma postura de permanente tensionamento, gerando uma profunda crise institucional.

Desde o início de abril, para minimizar à dramática situação de famílias que se encontram em estado de vulnerabilidade, que perderam seus empregos ou que vivem do trabalho informal, morando em favelas, cortiços, ocupações e periferias e que tiveram suas situações agravadas pela pandemia da covid-19, os movimentos populares vêm praticando ações de solidariedade que se multiplicam em todo o país.

Outro tema de destaque da reunião foi aprovação, na semana passada pelo Senado, do Projeto de Lei (PL) que autoriza a privatização do saneamento (água e rede de esgoto). O PL foi analisado com grande preocupação pelos participantes, já que poderá permitir o encarecimento dos serviços essenciais. A negação do acesso à água e ao saneamento, atrelar esses bens públicos ao lucro, foi considerada como um forte ataque a um direito fundamental de todas e todos.

O ex-presidente Lula ressaltou que “estamos perdendo no século XXI tudo o que conquistamos no século XX”, com redução de direitos nas mais diversas áreas. Lula afirmou ainda que “para reverter essa situação, é preciso avançar na organização e na luta popular, pois somente com o povo mobilizado poderemos voltar a incluir o pobre no orçamento e a efetivar direitos”.

Fora Bolsonaro
Ao mesmo tempo em que organiza, incentiva e faz a distribuição dos itens de alimentação, limpeza e higiene, a CMP e outras entidades se mobilizam para combater os efeitos da política ultraneoliberal que agravam sobremaneira a pandemia no país. Nos últimos quatro fins de semana, movimentos populares, movimentos sociais e diversos segmentos da sociedade voltaram às ruas do país pelo Fora Bolsonaro, contra o fascismo, contra o racismo e por direitos. A relevância da luta popular para resistir e reverter a retirada de direitos também teve destaque na fala do ex-presidente Lula durante a reunião com a direção a CMP.

“Não vamos sair das ruas. A Câmara dos Deputados precisa acelerar o processo de impeachment de Bolsonaro, que já cometeu inúmeros crimes de responsabilidade e continua governando contra os interesses do povo brasileiro”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP.

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Solidariedade

União dos Movimentos de Moradia segue com a distribuição de cestas básicas em São Paulo

Desde que teve início o processo de distanciamento físico, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) se mobiliza para garantir condições mínimas para as pessoas conseguirem ficar em casa. Pra ficar em casa, é preciso que as famílias tenham uma moradia digna, e por isso entendemos que a crise traz de volta ao centro do debate público a necessidade de se investir em uma política habitacional com participação popular. Além disso, promovemos diariamente uma ação social de distribuição de cestas básicas e kit de limpeza em todas as regiões de São Paulo, com enfoque nas ocupações urbanas (de prédio e terra) favelas e mutirões autogestionários. A ação é realizada em parceira com a Itaú Social e a Fundação Tide Setúbal.

A UMM realiza um trabalho permanente de identificação das regiões e famílias mais vulneráveis, para que as doações cheguem a quem mais precisa. Além disso, mobilizamos 28 costureiras para a confecção de máscaras, divididas em 2 grupos – Sul e Leste. Costuramos até o momento mais de 25 mil máscaras, e já estamos trabalhando para produzir mais 10 mil. As máscaras foram distribuídas junto aos grupos que estão fazendo a distribuição de doações. 

Você pode ajudar nas próximas! Contribua com a nossa vaquinha on-line: http://vaka.me/974021

O trabalho de arrecadação e distribuição de cestas continuará por toda a capital e outras cidades do estado de São Paulo. Estamos em ação em diversos municípios: Ribeirão Preto, Santos, Osasco, Suzano, Carapicuíba são algumas das cidades onde a solidariedade está acontecendo.

Somado a isso, daremos continuidade às denúncias de violações de direitos, como ameaças de despejo e cortes no fornecimento de serviços essenciais, como água e luz. As lideranças da UMM também seguem no apoio aos sem-teto com informações sobre a pandemia e o acesso ao auxílio emergencial, outro direito violado pelo governo federal, que sequer garantiu que todas as famílias vulneráveis o recebessem. Também seguimos na luta para que a prefeitura de São Paulo, CDHU e governo federal suspendam a cobrança de prestações de financiamento habitacional enquanto dure a pandemia.  

Precisamos seguir em luta para que o Estado cumpra seu papel, com a efetivação de políticas públicas que diminuam o impacto econômico-social no cotidiano das famílias. Também exigimos uma completa mudança da política macroeconômica federal, que passe a ser orientada pelas necessidades das classes populares, e não pelos interesses do mercado financeiro. 

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Solidariedade

União por Moradia Popular da Bahia promove reforço escolar na periferia de Salvador

A União por Moradia Popular da Bahia (UMP-BA), movimento que atua nos bairros populares na periferia de Salvador, está desde o começo da pandemia organizada para apoiar as famílias em situação maior vulnerabilidade, com foco no Condomínio das Mangueiras ( 150 famílias) e Residencial Vitória da União ( 20 famílias). Além das doações de alimentos e materiais de higiene, que permitiram que as famílias pudessem se manter em isolamento físico, o movimento deu início à Atividade de Reforço Escolar para as famílias ocupantes da obra do Condomínio das Mangueiras.

Serão dois encontros semanais, para garantir que as famílias tenham acesso às tarefas passadas pelas escolas, neste momento de Pandemia. Para acompanhar as aulas, as famílias necessitam de computador e acesso à internet, porém pela situação de vulnerabilidade possuem muitas dificuldades em acessar. Além disso, quando as tarefas são enviadas pelo Whatsapp, pelos celulares, há dificuldade de compreensão pelas crianças e adolescentes.

No caso de não terem celular, computador em casa, ou internet, as famílias precisam ir à escola pegar o material, têm que arcar com custos da impressão e do transporte para pegar as lições e acompanhar o ensino. Frente a isso, o movimento se organizou para ajudar as famílias do condomínio. A UMP-BA contará com a ajuda de dois professores/moradores, e está buscando contribuições para ajuda de custo de 350,00/mês para eles. Serão usados a internet, computador, datashow e telão do Centro Comunitário. O movimento recebeu a doação de uma impressora, e após dois meses fará um sorteio de um tablet para as crianças mais assíduas.

Para contribuir, entre em contato com Marli (71) 98953-7814.

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Lutas Solidariedade

Ações de solidariedade para combater a pandemia e a luta política pelo Fora Bolsonaro

As ações de solidariedade da Campanha Movimentos Contra a Covid-19 não param. No balanço desta semana, a Central de Movimentos Populares (CMP) e demais entidades que promovem a campanha somaram a distribuição de 115 mil cestas básicas – o que corresponde a 2.100 toneladas de alimentos – 35 mil marmitex, 3 toneladas de verduras e 12 mil máscaras de proteção em todo o país.

Os movimentos enfrentam o desafio de promover ações para amenizar as dificuldades da população em situação de vulnerabilidade num cenário de disseminação do novo coronavírus e num momento em que o país lamenta a morte de 50 mil pessoas e mais de um milhão de contaminados.

“Os movimentos populares se empenham em promover ações que garantam ao menos comida aos mais empobrecidos, enquanto o governo Bolsonaro continua desprezando a vida e zombando do sofrimento do povo. Quer ainda tirar R$ 300 do auxílio emergencial e não dá apoio às pequenas e médias empresas. Apenas em maio, um milhão de pessoas perderam seus empregos”, destaca Raimundo Bonfim, coordenador nacional da CMP.

Bolsonaro encurralado

A semana do governo Bolsonaro foi marcada por fatos que aprofundaram ainda mais a crise sanitária, econômica, social e política instalada no país, entre elas, a prisão do miliciano Fabrício Queiroz – o faz tudo da família Bolsonaro -, a queda do ministro da Educação, Abraham Weintraub, o expressivo número de mortos e contaminados pelo novo coronavírus, além do avanço do inquérito das fake news no Supremo Tribunal Federal (STF) – que decidiu por prosseguir com o processo -, da prisão de Sara Winter e do desbaratamento do grupo ultradireitista liderado por ela, o chamado “300 do Brasil”, que apoia Bolsonaro.

“As circunstâncias da prisão de Fabrício Queiroz, por ter ocorrido em imóvel de propriedade do advogado de Jair Bolsonaro e seu filho Flávio, é uma demonstração de que se fecha o cerco contra o presidente da República. Pela forma e o local como se deu a prisão de Queiroz, fica insustentável a permanência de Bolsonaro no comando do país”, ressalta Bonfim.

O presidente Bolsonaro já vinha sendo pressionado pelas manifestações nas ruas nos últimos dois fins de semana, o que fez seus apoiadores recuarem. As crises diárias, com ataques aos direitos e à democracia são alguns dos motivos que levaram o povo de volta às ruas. Sem estabilidade política, o país está longe de conseguir enfrentar a grave crise sanitária e a profunda e prolongada crise econômica que atravessa.

Impeachment Já!
Fora Bolsonaro

Nesta sexta-feira (19), a Central de Movimentos Populares (CMP), em conjunto com outras entidades, movimentos sociais e partidos políticos, lançou o manifesto “Em defesa da vida, do emprego e da democracia: impeachment Já”, por meio do qual será possível colher assinaturas online para pressionar pela abertura do impeachment do presidente Jair Bolsonaro. As assinaturas serão encaminhadas ao presidente da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia, para que instale o processo de abertura do impeachment.
Link para assinar o documento: https://www.frenteforabolsonaro.com/